Arquivo para categoria TVs

Vasco Catarino Soares no programa “Mundo das mulheres” SIC Mulher.

Colocado por em May 22, 2010  |  0 Comentários

Vasco Catarino Soares no programa “Mundo das mulheres” SIC Mulher.

No dia da mentira (1 de Abril de 2010) desenvolveu-se o tema da possibilidade de se entenderem os sináis exteriorizados (estudados pela psicologia) por quem mente. Bastam estes sinais? Ou será preciso interpretar mais variáveis?

Defendo que não bastam pequenos sinais de exteriorização para garantir uma boa avaliação. Torna-se necessário complementar a nossa análise com outros dados sobre o nosso interlocutor: modo habitual de comunicar; como se tem manifestado no passado recente; razões e lógica que poderiam motivar a mentira (aqui especial cuidado, pois as razões nem sempre são lógicas); tiques do interlucutor que possam ser confundidos com sinais típicos da mentira e…

Pessoalmente foi um prazer ter participado neste programa. Apresentadora (Adelaide Sousa) e restantes convidados (Isabel Stilwell e Moita Flores) proporcionaram um programa bastante agradável.

Fica a aqui o video:

Entrevista a Vasco Soares para RTP N. 14 Dezembro 2009

Colocado por em December 17, 2009  |  0 Comentários

No dia 14 de Dezembro de 2009 fui entrevistado por Joana Domingues para o programa “A Cor do Dinheiro”.

Desta vez, e ainda com o pano de fundo da gestão financeira para crianças, foi colocada uma questão que serviria de mote para o programa: “haveria a noção e preparação por parte dos pais (educadores) para construirem uma poupança para os filhos?” Mais especificamente, “conseguem-se juntar 50 mil euros? Para que o seu filho tenha, aos 18 anos, uma ajuda para inicio de vida?”

Defendo a ideia de que, para que 50.000,00 (ou outro valor qualquer) nas mãos de um adolescente de 18 anos não sejam uma catástrofe, deve insistir-se numa educação para a responsabilidade.

Capturar8Uma educação para a responsabilidade, passa por: existir o cuidado de acompanhar os filhos emocionalmente; por valorizar os seus sucessos e estimular a ultrapassar fracassos; por colocar limítes nos seus comportamentos (todos os que sejam perigosos para a sua sobrevivência ou que ameaçam a a liberdade e dignidade de terceiros); por não ceder a “birras” cujo objecto não seja realizável ou justo; por permitir aos filhos, muito justamente, que experimentem a frustração de não verem realizados determinados desejos (não por maldade, mas porque eles não são justos) e, deste modo, eles aprenderão que realmente na vida não se pode ter tudo, por variadíssimas razões, mas especialmente porque pode não ser justo (para outros, às vezes para nós próprios) fazermos tudo o que queremos.

on-air



Vasco Soares na SIC Notícias – Uso de Multibanco por Adolescentes

Colocado por em October 25, 2009  |  0 Comentários

A propósito da utilização do cartão multibanco, por parte de adolescentes, foi realizada uma reportagem pela equipa da SIC Notícias.
.

Vasco Soares foi convidado a participar nesta reportagem.

Vasco Soares defende que o uso de multibanco pelos adolescentes deve acontecer, apenas, quando já houve um cuidado prévio na forma como se educaram os filhos para a responsabilidade.

.

.

.

.

.

.

Vasco Soares na RTP N. No programa “A Cor do Dinheiro”

Colocado por em September 19, 2009  |  0 Comentários

No dia 07 de Setembro de 2009 estive no programa “A Cor do Dinheiro” como convidado.
Foi abordada a temática do regresso às aulas, e as despesas que isso acarreta para as familias portuguesas. A conversa evoluiu no sentido da necessidade de uma educação que prepare as crianças para uma adequada gestão financeira.

on-air



Vasco Soares no Debate à Quarta RTPN

Colocado por em April 10, 2009  |  2 Comentários

phpthumb_generated_thumbnailjpgJá aqui tinha postado acerca deste programa. Comuniquei o convite que me tinha sido dirigido para participar no programa no dia 8 de Abril de 2009, e as espectativas sobre o que iria acontecer neste programa sobre o desemprego e formas de o ultrapassar.

Devo confessar que as minhas espectativas foram superadas. O debate correu muito bem, ao contrário do que é habitual em debates. Todos os participantes estavam empenhados em contribuir realmente para esta situação dificil do desemprego. É certo que o nosso contributo é relativo. Não oferecemos emprego a quem está desempregado. Todavia, acredito que colocamos um pouco mais de óptimismo nas pessoas.

Como sei que isto é verdade?

Tenho recebido comentários nas minhas redes sociais e comentários pessoais a confirmar este facto. Desde pessoas que já estiveram desempregadas até pessoas que não estando, também são sensíveis a esta questão. E o que dizem é que realmente sentiram no “ar” um óptimismo contagiante. Contagiante, pois. Tão contagiante que as pessoas se animaram a dizê-lo.

A atitude que frequentemente uma pessoa que fica no desemprego toma é a de agir depressivamente, ou seja, ficar triste, em baixo, com o seu orgulho e autoestima feridos. Essa atitude tem que ser encarada como normal e adaptada ao acontecimento. Não é adequado, de modo algum, a pessoa reagir a um despedimento com alegria. Mas o que é normal como reacção a uma situação de choque, deixa de o ser quando o período de “recuperação” se eterniza.

Após esta fase de “Luto”, de “chorar a sua perda”, uma atitude mais positiva, mais proactiva é extremamente necessária. Só daqui é que pode resultar a solução.

Escreverei aqui outro artigo em que explorarei mais esta atitude positiva. Este artigo é para descrever o debate em si.

Continuando: A moderadora, Alberta Marques, simpatiquíssima. E muito empenhada igualmente em contribuir. Pelo que demonstrou não era para ela apenas mais um programa. Fez um grande trabalho de bastidores. Questionou as suas redes sociais, procurando saber o que lhes interessava perguntar para que as suas questões fossem o mais próximo do cidadão.

Para finalizar, pois já me estou a alongar, um debate positivo, agradável e útil. Vejam o video aqui em baixo.

Clique na imagem e VEJA O PROGRAMA EM VIDEO

on-air