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Entrevista a Vasco Catarino Soares para o Jornal DN: Edição Domingo 07 Fevereiro 2010

Colocado por Vasco Soares em February 15, 2010  |  0 Comentários

vcs4No dia 8 de cada mês, já nada restava do ordenado. Em apenas uma semana, Joaquim já tinha gasto os 700 euros em casas de alterne, linhas de valor acrescentado e pornografia. Durante cerca de 13 anos, mês após mês, a situação repetiu-se. Até que, em 2006, a irmã o obrigou a procurar ajuda. Joaquim, agora com 55 anos, viciado em sexo, esteve internado numa clínica de recuperação durante quatro meses, onde aprendeu a lidar com o problema.

Casos como o de Joaquim têm tendência a aumentar, admitem os médicos, devido à queda de muitos tabus ligados ao sexo, sobretudo entre as mulheres. Estima-se que 3 a 6% da população mundial sejam viciados em sexo. “Trata-se de um comportamento impulsivo para compensar um vazio emocional. Na origem podem estar os modos muito severos ou permissivos como se educam os jovens”, descreve Vasco Catarino Soares, psicoterapeuta e director da clínica Insight-Psicologia.

Eduardo da Silva, director terapêutico do Centro Villa Ramadas, clínica onde foram tratadas nove pessoas (todos homens) com esta adição desde 2003, assegura que o problema pode destruir a vida destes doentes. “São indivíduos com pensamentos e comportamentos obsessivo-compulsivos, em que a actividade sexual passa a ser o elemento central definidor da sua personalidade”, indica o responsável. “A pessoa não consegue ter controlo, tornando ingovernável a sua vida. Depois, os sentimentos de vergonha, culpa e repugnância levam a um sofrimento constante.”

Segundo os especialistas, são sobretudo os homens a sofrer desta adição (70 a 80% dos casos), sobretudo dos 25 aos 50 anos. “Os adolescentes também são um grupo propenso, mas não o admitem. Acima dos 50 anos, os níveis de testosterona no homem começam a baixar e por isso também o número de casos”, admite o sexólogo clínico Fernando Mesquita. No entanto, a tendência poderá estar a mudar. “Existe uma maior abertura social quanto ao papel da mulher no sexo, o que pode abrir portas para os comportamentos sexualmente exagerados, como forma de compensar as inseguranças e frustrações”, admite Catarino Soares.

Se para alguns médicos o problema é uma dependência semelhante à das drogas ou do álcool, outros desvalorizam-no. O sexólogo Francisco Allen Gomes, por exemplo, não reconhece a vontade impulsiva de ter sexo como uma adição. “Isso é uma invenção dos tempos modernos. Estes comportamentos eram normais na década de 60. E agora querem dar-lhe o nome de patologia”, acusa.

Joaquim admite que foram anos difíceis. “Quando tinha 20 anos, comecei a ficar atraído pela noite e pelos bares de alterne”, recorda. A morte do pai, há 15 anos, e a facilidade de acesso às contas bancárias da família vieram agravar a situação, dando-lhe carta branca para satisfazer o vício. “Gastava 100 euros por dia, pelo menos três vezes por semana”, confessa, contabilizando um total de largos milhares de euros gastos na época. Todos os dias acordava com o mesmo pensamento: procurava nos classificados dos jornais os anúncios de sexo, e depois de almoço já não se concentrava no trabalho. “Só pensava na hora em que ia sair para procurar satisfazer o desejo”, diz.

Joaquim nunca se casou. Nunca se sentiu capaz de se “agarrar” a um sentimento. “Sofria de distúrbios psicológicos. Isolei-me e afastei-me das pessoas”, conta.

Fernando, de 38 anos, passou pelo mesmo. “Já na adolescência era um rapaz muito activo sexualmente e arranjava parceiras para relações sexuais fortuitas com facilidade”, recorda. “Cheguei a estar com três mulheres na mesma noite, saltando de cama em cama.” O pior, diz, era a visão que as outras pessoas tinham dele. “A minha fama de mulherengo espalhou-se e deixei ter relações estáveis, ninguém confiava em mim.”

“São pessoas inseguras, e como o comportamento sexual desprovido de afectividade não lhes dá o afecto que gostariam de sentir, continuam a procurá-lo em cada novo relacionamento”, adianta Catarino Soares.

O tratamento é longo e, como em qualquer adição, um viciado nunca deixa de o ser. “A adição ao sexo é apenas a ponta do icebergue de um problema emocional profundo. A psicoterapia tem de ser contínua”, defende Eduardo da Silva. “Exploram-se as falsas construções de sexualidade, possibilitando a construção, agora mais saudável, de uma nova sexualidade”, remata Catarino Soares.

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Recebi o Convite. Aceitei.

Colocado por Vasco Soares em January 18, 2010  |  3 Comentários

Gula - Por Ruben Andrade

Gula - Por Ruben Andrade

Fui convidado a publicar os 7 pecados capitais no site da escritora Ana Martins.

Para quem não conhece, os 7 pecados capitais foram escritos por mim em 2006 (correspondendo a um convite) para serem publicados na Revista Click In.

Estas crónicas (com limitação de 1 página) iam sendo escritas mensalmente e bem me diverti ao escrevê-las. Se as lerem pode ser que se divirtam também.

Fica, então lançado o convite. Clicar na imagem:

se7en

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Um Desafio de Natal: Um Conto de Natal.

Colocado por Vasco Soares em December 18, 2009  |  5 Comentários

Foi-me lançado o desafio, pela escritora Ana Martins, assim como a mais alguns bloguers/escritores, de escrever sobre o natal:

– E que tal escrever tendo como tema “O Natal já não é o que era”?

A ideia original consiste em fazer uma publicação simultânea de todas os textos nos sites/blogues dos respectivos autores, com link para os de todos os outros.

Eu aceitei o desafio e escrevi um pequeno conto de Natal.

———————————————————————————————————————————————

Ler ao som de 

O Natal Já Não é o Que Era.

*Conto Ficcionado

Eu gosto do Natal. Muiiiiiiito. Também gosto da Linda. É gira. Mas agora é do natal.

Gosto porque temos férias, podemos brincar mais e comemos montes de coisas doces. O natal é muito lindo e faz frio. Lá fora na rua está um monte de neve e eu e os meus amigos vamos fazer um boneco de neve e brincar à apanhada. No natal foi quando o menino Jesus nasceu. E por isso nós recebemos prendas. Todos os meus amigos gostam do natal porque o pai natal traz brinquedos e depois nós acordamos de manhã e está lá na árvore de natal as prendas embrulhadas com laços de cores, como é que se diz…. Centelhantes. A minha mãe e as tias Gerlhinda e Garotélia (duas manas solteironas, como diz o papá) fazem doces de natal com montes de açucar e canela. O Pedro Pereira no ano passado ganhou só um boneco de Wrestling. É um boneco um bocado esquisito… É fatela. Mas acho que é assim porque é da loja dos chineses. Mas não faz mal porque ouvi a mana dizer que há crianças em Africa que não recebem prendas nenhumas. Por isso acho que um boneco dos chineses já é bom. A mamã diz que deviamos ter pena desses meninos… Mas eu gosto mesmo é dos presentes que o pai natal me dá e fico muito feliz. Eu sei que não é o pai natal. São os pais e as tias que compram as prendas. Mas temos que dizer que é o pai natal porque eles põem-se logo a dar encostões uns aos outros a dizer que não é nada disso. É o pai natal que traz mas às vezes como não tem tempo pede para as tias comprarem. Eu e a minha mana fingimos que acreditamos.

Parece que é assim. Em todas as famílias há uma série de pequenas mentiras que todos insistem em manter. Mesmo sabendo que nunca foram realidade e que em nada nós beneficiam. Eu por mim descobri que, nos natais que o meu pai não podia passar connosco, supostamente porque tinha que ir trabalhar para longe, era porque ia passar com a outra mulher e os filhos de ambos. Nesses natais as prendas eram menos prendas. Os doces eram menos doces. Mas ninguém sabia porquê. Agora sabemos.

Continuo a gostar do natal. Também continuo a gostar da Linda. Mas ela não é a minha Linda.

Gosto do natal quando vejo na cara e olhos das crianças do centro de apoio à infância, em Africa, – onde trabalho e vivo – que qualquer pequeno brinquedinho (pior que os da loja dos chineses) os transporta para além do natal. E a mim também.

Parece que o Natal já não é o que nunca foi.

***          ***          ***

São se7e os convidados desafiados a escrever tendo apenas como mote:  O Natal já não é o que era, seguem os link para todos os convidados neste desafio: Ana Martins (Autora da ideia), Ana Paula Motta, Isa Silva, João Moreira de Sá, Luís Bento, Nuno Gervásio, Tito de Morais e Vasco Catarino Soares.

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Convite para a antestreia do filme “A Nova Vida do Senhor O´Horten”

Colocado por Vasco Soares em December 3, 2009  |  0 Comentários

Como devem já ter percebido, por alguns artigos aqui publicados, sou apreciador de cinema. Como psicólogo recebo, por vezes, convites para visionar filmes em sessões pré-estreia, para redigir comentários sobre os mesmos. Comentários que se prenderão com os aspectos que possam ter alguma relação com a psicologia (ou se quisermos com o comportamento humano). Já aqui coloquei uma hipótese de perfil psicológico do realizador de Hostel 2, Eli Roth, a convite de Rui Tendinha – conhecido crítico de cinema da nova geração.
O convite que, agora, me fizeram (Alambique) refere-se ao filme A Nova Vida do Senhor O´Horten, do norueguês Bent Hamer. Estreia amanhã, dia 03 de Dezembro de 2009. É um filme Selecção oficial do festival de Cannes. E é bom! Tem vida!
hortenMaquinista de comboios (companhia dos caminhos de ferro Noruegueses), com 40 anos de serviço, O´Horten é um homem pacato e solitário. O tipo de homem cuja vida é equivalente a um arquivo de biblioteca – impecavelmente arrumado. Quarenta anos de organização. Horários, turnos, locais onde fica hospedado nas suas viagens de trabalho, as refeições… Tudo é metódico e regular. Fumador de cachimbo (frequenta sempre a mesma tabacaria). Impecavelmente organizado e regular. O dia da reforma é o mote do início deste filme. Neste dia (ou melhor, na noite que o precede) algo começa a mudar. Fica, então lançado o percurso do filme (que não revelo aqui).
É um filme sobre a mudança e coragem. Coragem para abdicar de 40 anos de hábitos rígidos. Coragem porque a reforma é uma fase dura. Como psicólogo sei muito bem o impacto que a reforma tem nas pessoas (questionamento sobre a própria valia, quebras depressivas, vazio angustiante, preparação para a morte desvitalizante… [um dia explico o que isto quer dizer]).
Mas aqui há uma mensagem de esperança. Sem ser lamechas é “capaz de aquecer o coração mais gelado” (David Parkinson, Empire). É uma “pequena obra-prima de humor” (Lou Lumenick, New York Post).
Neste caso, teríamos que dizer, o senhor O´Horten começou a viver depois de reformado. Senão vejam: fazer um passeio nocturno de automóvel no lugar do morto com um condutor (ainda mais velho) que acredita ter o dom de ver de olhos fechados… É ou não é começar a viver?
Da minha parte, como psicólogo, considero esta uma mensagem muito animadora. Era o que aconselharia a todos os que me perguntassem: o que devo fazer depois de me reformar? A minha resposta seria: Olhe! Faça “
A Nova Vida do Senhor O´Horten“.

.

.

Site Oficial- http://www.sonyclassics.com/ohorten

Site Alambique- http://www.alambique.pt

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A Entrevista mais original que me fizeram – TwitEntrevista Alive

Colocado por Vasco Soares em October 13, 2009  |  1 Comentário

TwitEntrevista Alive (entrevista que aconteceu no twitter), ideia original da escritora Ana Martins, que veio dotar o twitter com uma maior utilidade (penso que podemos utilizar o termo).  Aceitei com muito prazer. E não me arrependo.

Aqui fica:

TwitEntrevista Alive
Em 140 caracteres PERGUNTA em 140 caracteres RESPOSTA.
Sempre com a hashtag #TwEnt

TwitEntrevista Alive – Volta esta semana com novo convidado especial:

@vascosoares1 a quem chamei graciosamente de *ENTREVISTADO-MOR*

Timeline Twitter | dia 30 Julho de 2009| às 18h



.oO (Mas o que vou eu perguntar
a quem já tudo foi perguntado?
Se usa cuecas às bolinhas?
Não, não vou por aí…
Meto-me em cada uma!)




Psicólogo Clínico, Neuropsicólogo e Psicoterapeuta. Docente Universitário. Colaborador frequente na Comunicação Social em temas da afectividade e comportamento.
E porque ao Dr. Vasco Catarino Soares chamo entrevistado-mor?
Porque não há quem não o convoque para uma entrevista a cada parecer da sua área. A listagem seguinte de publicações que o solicitaram fala por si. Até para este formato simples de TwitEntrevista Alive (mas que consome muito do tempo que não tem) aceitou amavelmente o convite.

REVISTAS

Pais & Filhos, Sábado, Focus, Exame, Nova Gente, Click In, Happy Woman, Night & Style, Mens Health, Grazia, Notícias Magazine, Visão, Revista Ginkgo, Revista Carteira, Revista Mamãs & Bebés (Membro do comité científico e responsável pelos artigos de psicologia e comportamento)

JORNAIS

Jornal Independente, Jornal Mundo Universitário, Diário de Noticias, Jornal SOL, Jornal de Leiria, Jornal Económico, Jornal Expresso, Jornal Metro, Jornal da Madeira, Jornal 24 horas, Agência Lusa, Jornal de Negócios, Jornal O Ribatejo

SITES

Site Revista Visão, Site SAPO, Site IOL,
Site Millennium BCP, Site RTP, Site Jornal da Madeira,
Site Forum G-SAT, Site Diário Digital, Site Agência Lusa,
Site Jornal de Negócios, Site Solnet, Site AlgarveObserver,
Site Terras do Homem

OUTRAS

Várias participações como especialistas na RTP1, RTP2, RTP N, SIC, TVI, SIC Mulher, SIC Notícias e Rádio Clube Português


Vasco Catarino Soares é o DJ zebra_as_bolinhas na Blip.fm

todas as músicas blipadas durante a TwEnt por Vasco Catarino Soares e Ana Martins

pertencem à playlist zebra_as_bolinhas


Friend of the night – Mogwai


My Foolish Dream – U.F.O.


A seguir sempre pela hashtag #TwEnt ou pelo site twitterportugal.com – que se tem mostrado mais fiável ao volume de tráfego à hora que decorrem as TwitEntrevistas. Link http://twitterportugal.com/topico/TwEnt



TwitEntrevista Alive #3 @vascosoares1 a 30 Julho – Timeline Twitter

.

vascosoares1: @annamartins #TwEnt Vasco Soares apresenta-se

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Olá Vasco, obrigada por ter aceite desafio. Começo com pergunta – certamente nunca respondeu – Psicologia é uma paixão?

vascosoares1: @annamartins #TwEnt Boa Tarde Ana. Oficialmente nunca me tinha feito a pergunta. Uma paixão crescente ao longo do curso de psicologia.

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Nunca *se* tinha feito a pergunta? E depois do curso terminado? Continua?

vascosoares1:@annamartins #TwEnt Continua. As descobertas e o entendimento do humano vão se tornando mais abrangentes e interligadas. Globais. (Cont.)

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Pode continuar o seu raciocínio, Vasco?

vascosoares1: @annamartins É esse o “fogo” que alimenta a paixão. A descoberta e o sentido, cada vez mais abrangente, do comportamento humano. #TwEnt

vascosoares1: @annamartins Depois poder ajudar quem necessita e procura #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Essa paixão transparece-lhe na ponta dos dedos! Adivinho-lhe outra? Música. Descobri no Vasco um excelente DJ.

vascosoares1: @annamartins A música é uma paixão antiga e muito larga. Que inclui muitos estilos. Mas esta é comum a quase toda humanidade #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1No Blip.fm o Vasco é o DJ zebra_as_bolinhas O sentido de humor é algo que lhe salta da postura correcta do profissional?

vascosoares1: @annamartins Sim. No exercício da psicoterapia o humor permitido é o do paciente. Eu posso acompanhá-lo mas não posso pôr o meu #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Um dia brincou no twitter que ia mudar a profissão para *Entrevistado*. O que nunca lhe foi perguntado, Vasco?

vascosoares1: @annamartins O que nunca me foi perguntado e que gostaria responder. Sobre o que leva a não haver justiça e imparcialidade nos sistemas judiciais#TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 E o que responderia a essa questão, Vasco?

vascosoares1: para os seguidores da #TwitEntrevista #TwEnt

vascosoares1: @annamartins Não há sistema judicial justo: 1) falta de conhecimento sobre comportamento humano dos agentes 2) autocentrismo deformante #TwEnt

annamartins: E eis que o zebra_as_bolinhas aparece à convocatória! RT @vascosoares1para os seguidores da #TwitEntrevista #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 O que o menino Vasquinho queria ser quando fosse grande?

vascosoares1: @annamartins hehehe :) Primeiro: Formula One destruidor de carros. Teenager: filosofer. #TwEnt

vascosoares1: O Velhinho Cantor moderno #TwitEntrevista #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 E agora, o que o Vasco quer ser quando for grande?

annamartins: (o zebra é mesmo às bolinhas…) #TwEnt @vascosoares1

vascosoares1: @annamartins Quero escrever um livro sobre psicologia e Justiça e contribuir para essa causa. E ser um velhinho realizado e tranquilo #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Ó Vasco, olhe que ainda ganha menos como escritor que como Entrevistado-Mor!! Para quando o seu livro?

vascosoares1: Os United Future Organization (U.F.O.) Projecto Japonês de alto nível. Um cheirinho aqui. #TwEnt

annamartins: (3 músicas e está a noite [#TwEnt] composta?) @vascosoares1

vascosoares1: @annamartins Para quando for grande. É mesmo para os netos. E claro não vou ganhar dinheiro com isso. #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Como na música do zebra_as_bolinhas, uma casa, um cavalo… Os psicólogos também têm sonhos cor-de-rosa?

vascosoares1: @annamartins Sem forem psicólogos modelos e miss qualquer coisa têm, terão sonhos cor-de-rosa. Eu tenho os normais , legítimos e realistas #TwEnt

annamartins: Uma grande casa, alguns filhos e um cavalo….” #TwEnt @vascosoares1

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Posso fazer uma pergunta indiscreta? (não sobre as cuecas… pleeeease :) ), mas porquê chamar zebra_as_bolinhas?

vascosoares1: #TwEnt Shulman – The Unexpected Visitor. Um visitante inesperado. Vão gostar. É meditativo.

vascosoares1: @annamartins Uma zebra faz parte de uma manada. Ora se ela tiver bolinhas e não riscas é uma zebra distinta, original. Depois é só corresponder. #TwEnt

annamartins: E corresponde. Original. Não faz parte da manada! @vascosoares1 #TwEnt

vascosoares1: @annamartins Obrigado. Educado (musicalmente) por irmã mais velha na pré-adolescência. Muita pesquisa em casas de CD fora do banal. #TwEnt

vascosoares1: #TwEnt Deliciem-se com esta pequena maravilha do Jazz Fusão. Dzihan & Kamien – Before (steno)

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Ora, um passarinho acaba de poisar e segredar-me que vai dar mais uma entrevista, é verdade Senhor Entrevistado-mor?

vascosoares1: @annamartins É verdade. Para Jornal i no próximo sábado. O tema é segredo e antigo. hehehe :) levantar o véu #TwEnt

annamartins: Um psicólogo oferece-as? “Traquilidade e segurança. Ofereço-vos esta. Mereçam-na” @vascosoares1 #TwEnt

vascosoares1: @annamartins Um psicólogo oferece ajuda na reflexão. A pessoa conquista a sua tranquilidade e segurança. A nossa conquista é mais verdade #TwEnt

vascosoares1: #TwEnt The Higher Intelligence Agency – Speech3. Nem toda a gente gosta.

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 É possível levantar o véu do secretismo para o i ou teremos de aguardar com tranquilidade?

vascosoares1: @annamartins É possível levantar a ponta do véu. Aqui vai. Quanto mais velho mais gosto de ti. Serve? #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Serve. Para comprar o i a quem não sabe ler nas entrelinhas_as_bolinhas. Vasco, muito obrigada por ter aceite mostrar-se.

vascosoares1: #TwEnt American Analog Set – Taiwan

annamartins: “Costumas pensar em todas as coisas que temes? Estou feliz por te ter perto.” @vascosoares1 #TwEnt

vascosoares1: @annamartins Foi um prazer ter estado aqui. Obrigado a todos os que constroem esta rede e… Um especial para Ana Martins 1st class #TwEnt

annamartins: @vascosoares1 Parafraseando-o, Vasco, se as pessoas que constroem esta rede não fossem interessantes, não teria aceite fazer #TwEnt. Obrigada

vascosoares1: @annamartins A maturidade chega a quem pensa em si próprio, vive os seus medos e conhece as suas limitações. Seremos mais honestos #TwEnt

annamartins: “Hard to find! Hard to find? Hard to find… Esta grande banda também foi difícil de encontrar. Mas valeu a pena.” @vascosoares1 #TwEnt

vascosoares1: @annamartins Difícil de encontrar é uma banda americana de pequena expressão e muito desconhecida. Mas muito bom som. #TwEnt

annamartins: #TwEnt @vascosoares1 Valeu a pena TwitEntrevistá-lo, Vasco. Percebo agora porque é o *Entrevistado-mor* :)

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