Um olhar de uma infância que não é …

Colocado por Vasco Catarino Soares em dezembro 18, 2009

Comment posted on Um Desafio de Natal: Um Conto de Natal. by Ana Paula Motta

Um olhar de uma infância que não é a nossa, que talvez esteja um tanto “idealizada” pelas lembranças dos anos.Enfim…

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Este é o site Oficial de Vasco Catarino Soares. Psicólogo, Neuropsicólogo e Psicoterapeuta. O Dr. Vasco Catarino Soares é colaborador e entrevistado frequente em diversos meios de Comunicação Social e irá partilhar com todos os interessados essas suas colaborações. A sua experiência como psicoterapeuta facultou-lhe um seguro conhecimento dos mecanismos emocionais e comportamentais do ser humano. É esse conhecimento que vai aqui expor e partilhar com todos vós.

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Comentários (5)

 

  1. Luis Bento disse:

    Vasco… Que bem que se escreve por aqui! Uma narrativa a um tempo crua e doce. Crua pela análise frontal de uns certos natais semelhantes de que tenho conhecimento por interpostas pessoas e doce pela mestria e sensibilidade numa narrativa que nos prende do princípio ao fim…

  2. Um olhar de uma infância que não é a nossa, que talvez esteja um tanto “idealizada” pelas lembranças dos anos.Enfim…

  3. Ana Martins disse:

    Obrigada, Vasco por ter aceite meu desafio. Gostei bastante do resultado final. Ideia bem conseguida. Tenho colega!!
    Um abraço,
    Ana Martins

  4. Vasco Soares disse:

    Obrigado pelas vossas palavras Luís e Ana Motta.
    Especial menção a Ana Martins pela ideia de criar este desafio.
    Recomendo a leitura dos textos des autores. Os links estão no fim do deste conto.

  5. Ana Martins disse:

    Luís, (com sua licença, Vasco…)

    não chamaria a este conto uma narrativa crua e doce. Não a acho assim tão crua nem tão doce. Estampa-nos um sorriso logo de início que descamba no riso ao *Centelhantes*, acorda-nos emoções sentidas ou relatadas que vivem num recanto do sotão das nossas memórias, do sombrio ao ensolarado num entrelaçar bem meneado, mas desde o princípio aparece de mansinho a força de uma dor calada só mais tarde na vida compreendida.
    Luís, ao adjectivar de *crua* e *doce*, a um tempo juntaria *sentida*, mas teriam forçosamente estar tecidas numa bela trança.
    \o vénia
    Luís, mas concordo em absoluto com
    “Vasco… Que bem que se escreve por aqui!”, e pergunto:
    o senhor psicólogo terá noção que escreve tão bem? Olhe que eu continuo a desafiá-lo a escrever ficção!
    Hummm, já não aos se7e, mas a si, Vasco, o desafio segue no Ano Novo…