Obrigada, Vasco por ter aceite meu desafio. Gostei …
Colocado por Vasco Catarino Soares em dezembro 18, 2009
Comment posted on Um Desafio de Natal: Um Conto de Natal. by Ana Martins
Obrigada, Vasco por ter aceite meu desafio. Gostei bastante do resultado final. Ideia bem conseguida. Tenho colega!!
Um abraço,
Ana Martins
Ana Martins also commented
- Luís, (com sua licença, Vasco…)
não chamaria a este conto uma narrativa crua e doce. Não a acho assim tão crua nem tão doce. Estampa-nos um sorriso logo de início que descamba no riso ao *Centelhantes*, acorda-nos emoções sentidas ou relatadas que vivem num recanto do sotão das nossas memórias, do sombrio ao ensolarado num entrelaçar bem meneado, mas desde o princípio aparece de mansinho a força de uma dor calada só mais tarde na vida compreendida.
Luís, ao adjectivar de *crua* e *doce*, a um tempo juntaria *sentida*, mas teriam forçosamente estar tecidas numa bela trança.
\o vénia
Luís, mas concordo em absoluto com
“Vasco… Que bem que se escreve por aqui!”, e pergunto:
o senhor psicólogo terá noção que escreve tão bem? Olhe que eu continuo a desafiá-lo a escrever ficção!
Hummm, já não aos se7e, mas a si, Vasco, o desafio segue no Ano Novo…
Recent comments by Ana Martins
- Recebi o Convite. Aceitei.
Vasco,Obrigada por ter aceite este desafio com se7e por largura.
Ainda das sobras dos excessos natalícios, já a chamar a gula, ficou um desafio (não um, mas sete) que lhe fiz em seguimento do seu belo conto de Natal.
Espero que os leitores se divirtam tanto a ler ou reler, como o Vasco diz ter-se divertido a escrever. Porque escreve. E bem.
Um abraço de agradecimento pela seu fair-play ao aceitar.
Ana Martins - A Entrevista mais original que me fizeram – TwitEntrevista Alive
Estarei a repetir-me, mas
OBRIGADA, VASCO!
Também eu não me arrependo de o ter convidado para meu TwitEntrevistado.
Um Abraço,
Ana Martins - 7 Pecados Mortais – PREGUIÇA
Eu, preguiçosa confessa, li em miúda uma frase que nunca esqueci:
“O que custa a um preguiçoso não é trabalhar, é pensar que tem de o fazer.”
(e não, não estou de portátil ao colo no sofá…)
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Vasco… Que bem que se escreve por aqui! Uma narrativa a um tempo crua e doce. Crua pela análise frontal de uns certos natais semelhantes de que tenho conhecimento por interpostas pessoas e doce pela mestria e sensibilidade numa narrativa que nos prende do princípio ao fim…
Um olhar de uma infância que não é a nossa, que talvez esteja um tanto “idealizada” pelas lembranças dos anos.Enfim…
Obrigada, Vasco por ter aceite meu desafio. Gostei bastante do resultado final. Ideia bem conseguida. Tenho colega!!
Um abraço,
Ana Martins
Obrigado pelas vossas palavras Luís e Ana Motta.
Especial menção a Ana Martins pela ideia de criar este desafio.
Recomendo a leitura dos textos des autores. Os links estão no fim do deste conto.
Luís, (com sua licença, Vasco…)
não chamaria a este conto uma narrativa crua e doce. Não a acho assim tão crua nem tão doce. Estampa-nos um sorriso logo de início que descamba no riso ao *Centelhantes*, acorda-nos emoções sentidas ou relatadas que vivem num recanto do sotão das nossas memórias, do sombrio ao ensolarado num entrelaçar bem meneado, mas desde o princípio aparece de mansinho a força de uma dor calada só mais tarde na vida compreendida.
Luís, ao adjectivar de *crua* e *doce*, a um tempo juntaria *sentida*, mas teriam forçosamente estar tecidas numa bela trança.
\o vénia
Luís, mas concordo em absoluto com
“Vasco… Que bem que se escreve por aqui!”, e pergunto:
o senhor psicólogo terá noção que escreve tão bem? Olhe que eu continuo a desafiá-lo a escrever ficção!
Hummm, já não aos se7e, mas a si, Vasco, o desafio segue no Ano Novo…