Quanto aos segundos pode de facto ser um …
Colocado por Vasco Catarino Soares em abril 10, 2009
Comment posted on Vasco Soares no Debate à Quarta RTPN by Vasco Soares
Quanto aos segundos pode de facto ser um pouco mais complicado. Mas também não tem muitas alternativas. No bom sentido. Há que sair do abismo e reorganizar a as suas prioridades.
Encontrar formas mais saudáveis de se gradificar, que não sejam apenas adquirir bens (o que leva muita gente à situação de individamento).
Recent comments by Vasco Soares
- Mercado de Trabalho. Estratégias para Candidatos e Empregadores.
Obrigado pelo contributo Cláudia.É bem verdade que o “Tio C” continua a mandar por cá. Sem querer ser paternalista ou ingénuo ainda acredito que existam locais e pessoas que não são das relações do Tio C.
Nas universidades? Passa muita coisa estranha. No mínimo. - VICIADOS EM SEXO
Cara Catia,Nestes casos o que os amigos podem fazer é continuar a ser amigos. Indo um pouco mais longe, podem aconselhar a pessoa que tem o “problema” a procurar ajuda de um profissional de Psicologia.
Só um profissional pode prestar uma ajuda terapêutica que pode realmente ajudar. Os amigos podem ajudar sendo amigos, mas o melhor é levar a pessoa a procurar um procedimento terapêutico. - Recebi o Convite. Aceitei.
Obrigado pelas palavras Luís. Vindas de quem escreve com tanto humor e, quem eu considero, um mestre na ironia, são um incentivo para continuar a escrever. Já agora recomendo o livro de Luís Bento, Lusitânia Online.
Fica aqui o link para o site do Luís Bento http://bento-vai-pra-dentro-bento.blogspot.com/ - Um Desafio de Natal: Um Conto de Natal.
Obrigado pelas vossas palavras Luís e Ana Motta.
Especial menção a Ana Martins pela ideia de criar este desafio.
Recomendo a leitura dos textos des autores. Os links estão no fim do deste conto. - Gripe A. Mutações Sociais. Entrevista para a Revista Visão.
Tudo isso está muito correcto.
Mas o artigo é apenas sobre que tipos de atitude e comportamento este tipo de anúncio (pandemia) pode provocar nos indivíduos.
Não é sobre a veracidade ou interesses económico-políticos subjacentes.
Não me foi perguntado se esta doença era verdade ou não (nem responderia a essa pergunta). Foi-me perguntado qual o impacto no comportamento do ser humano. E esse é o mesmo, independentemente de existir ou não a pandemia. Independentemente de ela ser verdade ou manipulada, seja por quem for.
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Um debate positivo, sim senhor. De facto quem quiser (e puder) aproveitar uma situação de desemprego para repensar as suas prioridades, adquirir novas competências, partir para outra, etc. tem todas as possibilidades de recuperar e até ultrapassar a qualidade de vida que tinha.
Mas há dois dramas no desemprego: O de quem tinha a vida organizada e equilibrada, e o dos que viviam (vivem) do cartão de crédito.
Acredito que os primeiros dêem a volta por cima. Quanto aos segundos…
Quanto aos segundos pode de facto ser um pouco mais complicado. Mas também não tem muitas alternativas. No bom sentido. Há que sair do abismo e reorganizar a as suas prioridades.
Encontrar formas mais saudáveis de se gradificar, que não sejam apenas adquirir bens (o que leva muita gente à situação de individamento).